terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Chame-me de cética, se assim lhe convier, mais analise comigo.
O amor é uma coisa linda, é necessário para a existência humana,é uma das coisas que nos fazem humanos...
Até que ele se torne o chamado amor romântico. Desse dia em diante,catástrofes e infelicidade virão em série.
Esqueça aqueles contos de fadas que sabe-se lá por quê nossas mães liam quando éramos novas demais pra escolher nossa literatura,esqueça aqueles lindos filmes românticos que Hollywood nos vende,são pura fantasia e idealismo.
Não que eu espere um amor de ‘Eros e Psiquê’, por favor, não!
Mas espero amor com sinceridade,intensidade, e isso, nunca achei no amor romântico.
Encontro essas qualidades em todos os tipos de amor, mas basta aquele amor sincero virar um amor romântico, e começam a desconfiança, as mentiras, o caos.
Não pense que abomino o amor romântico! Muito pelo contrario,por muito tempo o estudei, li a seu respeito, mas não sei dizer se já o vivi, acredito que não.
Quer dizer, se ele é tão devastador e intenso quanto dizem, as pessoas devem ser capazes de saber quando o sentem, certo?
Então não, nunca o vivi, sou mera observadora de seu poder, e grata por me manter assim.
Aprende-se a viver feliz sem esperar o amor.
Isso na verdade é muito fácil! Muito mais fácil do que aprender a viver com o amor, eu diria.
Não é uma escolha simples, mas é possível
abrir mão de se procurar sua metade.
O grande segredo? Faça-se inteiro.
Não a metade a ser procurada quando nada falta.
Bom, pelo menos é o que eu acho.
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é verdade....
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